(05:01 da manhã do sábado)O Arlequim tocou... Ver os meninos no palco, em cima de não sei quantos watts de som, distribuindo alegria pagou - com sobras - os meses de idas e vindas. A banda tá quase pronta. Enfatizo o "quase" em reconhecimento à nunca alcançada satisfação plena que diferencia Homens e pulgas. O que importa é que a proposta agora é pública. Importa o depoimento das pessoas que realmente importam. Não sobre a técnica do grupo (reconhecida por muitos que realmente importam). Mas muito mais sobre a "idéia", o formato do que se propõe. Muito ficou por se tocar. A gargan
ta não deixou. O cansaço não se fez pio. Mas já se sabe a que se veio o Palhaço. Agora é hora de arrumar a casa. Também no sentido literal já que nesse momento temos cabos, guitarras, amplificadores, pedais e pedaços de uma bateria espalhados da sala à cozinha. Mas é hora de voltar as coisas mais minúsculamente enormes que fazem a vida da gente. A torneira da pia tá pingando dias se passam... Tem filmes nas prateleiras das locadoras esperando atenção. Tenho de fazer as pazes com a Maya Jordana pelos "papaaaaais" não atendidos tão preso estava nas cordas da Stratocaster. Reler o Gary Jennings e as reviravoltas que se esparramam das páginas de "O Circo". Sentar com a Samara ao almoço e falar de outras coisas que não de "set lists". Retomar minhas kilométricas e solitárias caminhadas ao som da MariZa e outros da World Music. Retomar, enfim, a luta contra o peso (estamos em um empate técnico)....O Arlequim já está pronto... ou quase ja que pulgas não somos. E como o Arlequim é e será sempre o Arlechino, diferente e diferencial, vejo o dia nascer sentado a usufruir da presença enciclo
pédi
ca de Manga. O Punk solitário Manga. Esse "monstro" da cultura underground por quem nutro o mais profundo respeito. A ele, aos amigos e amigas que tanto nos "empurraram", meu grato recohecimento. Aos Arlechinos Diego, Samara e João Neto: creiam-me. Não gostaria de dividir o palco com mais ninguem que vocês. Essa festa especial a vocês e mais ninguem pertence. Arvorem-se baixista, guitarrista e baterista. Vocês o são. São Arlequins. Agora, dêem-me licença. Tenho de reler o Gary Jennings.
ta não deixou. O cansaço não se fez pio. Mas já se sabe a que se veio o Palhaço. Agora é hora de arrumar a casa. Também no sentido literal já que nesse momento temos cabos, guitarras, amplificadores, pedais e pedaços de uma bateria espalhados da sala à cozinha. Mas é hora de voltar as coisas mais minúsculamente enormes que fazem a vida da gente. A torneira da pia tá pingando dias se passam... Tem filmes nas prateleiras das locadoras esperando atenção. Tenho de fazer as pazes com a Maya Jordana pelos "papaaaaais" não atendidos tão preso estava nas cordas da Stratocaster. Reler o Gary Jennings e as reviravoltas que se esparramam das páginas de "O Circo". Sentar com a Samara ao almoço e falar de outras coisas que não de "set lists". Retomar minhas kilométricas e solitárias caminhadas ao som da MariZa e outros da World Music. Retomar, enfim, a luta contra o peso (estamos em um empate técnico)....O Arlequim já está pronto... ou quase ja que pulgas não somos. E como o Arlequim é e será sempre o Arlechino, diferente e diferencial, vejo o dia nascer sentado a usufruir da presença enciclo
pédi
ca de Manga. O Punk solitário Manga. Esse "monstro" da cultura underground por quem nutro o mais profundo respeito. A ele, aos amigos e amigas que tanto nos "empurraram", meu grato recohecimento. Aos Arlechinos Diego, Samara e João Neto: creiam-me. Não gostaria de dividir o palco com mais ninguem que vocês. Essa festa especial a vocês e mais ninguem pertence. Arvorem-se baixista, guitarrista e baterista. Vocês o são. São Arlequins. Agora, dêem-me licença. Tenho de reler o Gary Jennings.